quinta-feira, março 05, 2009

Sideways

Miles Raymond: What about you?
Maya: What about me?
Miles Raymond: I don't know. Why are you into wine?
Maya: Oh I... I think I... I originally got in to wine through my ex-husband.
Miles Raymond: Ah.
Maya: You know, he had this big, sort of show-off cellar, you know.
Miles Raymond: Right.
Maya: But then I discovered that I had a really sharp palate.
Miles Raymond: Uh-huh.
Maya: And the more I drank, the more I liked what it made me think about.
Miles Raymond: Like what?
Maya: Like what a fraud he was.
[Miles laughs softly]
Maya: No, I- I like to think about the life of wine.
Miles Raymond: Yeah.
Maya: How it's a living thing. I like to think about what was going on the year the grapes were growing; how the sun was shining; if it rained. I like to think about all the people who tended and picked the grapes. And if it's an old wine, how many of them must be dead by now. I like how wine continues to evolve, like if I opened a bottle of wine today it would taste different than if I'd opened it on any other day, because a bottle of wine is actually alive. And it's constantly evolving and gaining complexity. That is, until it peaks, like your '61. And then it begins its steady, inevitable decline.

sábado, fevereiro 21, 2009

Namaste!Indian pop culture...

Namaste!

Agora que já comecei a desenvolver as minhas Hindi skills, aqui fica um cheirinho do que me espera se quiser conhecer uma qualquer discoteca do país...

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Gerir tempo!

Olá Olá!

Muito trabalhinho e pouco tempo livre têm-me impedido de vir aqui actualizar isto como deve ser, mas..vai-se tentando:)

Já comecei com os estudos e já trabalhei 2 dias no hotel. As tarefas não são difíceis. Aqui o verdadeiro desafio é sabermos gerir o nosso tempo se queremos estudar, trabalhar ( para mim será um misto de hotel e 4 dias passados em clothes colection), fazer as nossas áreas de responsabilidade (no meu caso promoção), fazer as limpezas que nos competem e ainda aproveitar uma piscina, ginásio e sauna para nos mantermos em forma.

Bom até agora tenho tentado gerir mas não com sucesso completo..ainda me falta entrar no ritmo:)

Aqui ficam umas fotos de momentos de pausa ! (AH! Já me estava a esquecer! Para mim ainda será incluído no meu horário ter de ter algum tempo para apreciar esta natureza e tirar umas fotos!).

A vista do meu local de trabalho na nossa sala de estudo. Ora digam lá que não matavam por ter uma vista assim, hum?:)
Outra vista das janelas da sala de estudo ontem. Estava, tal como hoje, um dia solarengo:) Conseguem ver lá ao fundo, no horizonte as montanhas?Aquilo que parecem nuvens são montanhas totalmente cobertas de neve.
A Otília a dormir no sofá da sala de estudo numa das pausas
Ai que se estava tão bem na neve! Quase não estava frio (prai uns -5ºC) e a neve estava fofinha fofinha!
E claro a minha amiga tuga:)


Beijnhos!

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Hornsjo

Para lerem sobre o sítio...e verem algumas fotografias enquanto não tiro mais umas:

http://www.hornsjoe.com/english/TextPage.asp?MenuItemID=39&SubMenuItemID=89

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Jeg er her! (I´m here!)

Olá a todos!:)

Estes dias têm sido cheios e estes 26 anos começaram agitados!

No dia 31 lá partimos nós de B´ham, não sem alguma nostalgia no coração, um aperto na garganta e uma lágrima no olho...

Depois de uma curta viagem de avião (chegámos 15 minutos adiantados) passamos a noite no aeroporto para apanhar o comboio das 9:40 para Lillehammer. Era suposto apanharmos um pequeno autocarro gratuito do aeroporto para o comboio ás 9:30..pois era...MAS, embora civilizado (e rico) este país pára aos Domingos. E foi assim que perdemos o comboio e tivemos de ir no próximo esperando mais uma hora no aeroporto. A viagem de comboio foi linda:2 horas de paisagens paradisíacas em qualquer ângulo ou perspectiva ou incidência de luz.Planícies geladas a perder de vista, árvores de ramos brancos, neve tão brilhante como diamantes em todos os recantos, enormes extensões de água geladas, totalmente geladas...e -15 ºC lá fora. A meio caminho disseram-nos que teríamos de sair na próxima estação porque a linha estava cortada e os passageiros apanhariam um autocarro. E assim foi..mais uma mudança de malas com as mãos a ficarem roxas!
Por fim lá chegámos a Lllehammer 24 horas depois de termos saído de B´ham. E subimos ás curvas até à escola...durante 30 min. As casas foram ficando para trás, passámos uma estância, depois outra, depois outra, depois a planície gelada, e continuamos e continuamos no meio de nada mais que pinheiros, neve e estrada. E então passado algum tempo lá estava ela! Bem no meio do...nada:)

A estância metade escola metade hotel onde passarei os próximos 6 meses bem longe de poder ouvir qualquer normal barulho citadino ou sentir o cheiro do motor de carros ou luzes pirilampo em filinha nas ruas à noite ou qualquer outro sinal de civilização. Aqui não há uma rede a rodear a natureza numa reserva. Aqui temos uma cerca que nos rodeia a nós. Porque aqui estamos em minoria a pedir licença à Mãe natureza para lhe ocuparmos este espaço nesta imensidão.

Ainda não tive oportunidade de ir lá fora e fotografar convenientemente o que nos rodeia em qualquer direcção por onde olhemos. Mas a seu tempo essas fotografias parecerão aqui. Por agora deixo-vos com as fotos das nossas instalações (só de algumas) e do tipo de vista que temos quando abrimos os cortinados.
A estância é bastante antiga tendo começado a ser construída em 1903 primeiramente para cura de doenças pulmonares dos ricaços da região. Após esse furor tornou-se uma estância de verão e mais tarde de inverno, tendo aberto falência por má gestão. Por essa altura o Movimento procurava um espaço para continuar a sua escola e, depois de negociações, conseguiu comprar este sitio aos bancos e diminuído ao longo do tempo a divida da compra gerindo o hotel e tentando que voltasse a ter o seu furor como estância.Este é portanto o nosso espaço e o nosso "negócio" de onde ganhamos parte do dinheiro que nos permite ter e manter a escola e o DI programme nestes 6 meses.
As renovações dos espaços não foram muitas, quer pela história económica que contei, quer pela dificuldade de chegar cá. E por isso temos instalações antigas e simples mas onde não falta nada do que precisamos para viver.

Por hoje acho que já chega.Fotografias para acabar!


O meu quarto e da Magda
A vista do aeroporto na periferiaO aeroporto de Tord


Ás 3 da manhã no aeroportoA nossa sala de aulas e a vista das janelas







sábado, janeiro 31, 2009

Dia 30 de Janeiro - D day, o dia dos "últimos" e dos "primeiros"

Ontem foi um dia engraçado. O dia dos "últimos"
O último dia:
- em Inglaterra
- em Manchester
- a conduzir um carro em Inglaterra
- a dormir em Manchester
- a dormir em B´ham
- a viver em B´ham
- a fazer o GAIA programme
- a não perceber a tonta da gata Sophia Loren
- a ter a Anne Marie a dar-nos na cabeça com razão
- a ter fila prá casa-de-banho naquela casa
- a dormir no meu cantito quente e colorido (e conhecido)
- a ouvir falar inglês nas ruas
- a ver casas todas iguais feitas em tijolo
- a ver cães sedentos por dar uma trinca num belo presunto
- a ver corredores de chocolates ao preço da chuva
- a ter 25 anos porque...

Foi o 1º dia com 26 anos!

Viemos de Manchester de manhã e, depois da Magda saltar a vedação do vizinhos para conseguirmos abrir a porta (estavam 3 tontos em casa que não ouviram o tocar incessante da campainha!) e deslocarmos toda a nossa bagagem para os quartos (muita muita tralha...) fomos a Northampton deixar o carro alugado. Depois, a pedantes, lá fomos para a estação de comboios local e apanhamos o comboio de volta a B´ham, onde ainda fomos a tempo de um jantar de despedida com uma maravilhoso e farto (e picante!) jantar libanês!!!


Depois de bem cheinhos (comidinha à descrição e muita água! Green chili é do pior...) lá fomos para casa com meeting na sala de jantar marcado para as 22 horas.
Como sempre atrasada a tentar fazer malas e malabarismos com roupas, quando cheguei à sala foi isto que encontrei:) Obrigada a todos! Soube bem, muito bem!:)

É sempre em mim uma certeza

À nova etapa, à continuação da jornada, às emoções, às sensações, a uma vida cheia:



Vou viver
até quando eu não sei
que me importa o que serei
quero é viver

Amanhã, espero sempre um amanhã
e acredito que será
mais um prazer

e a vida é sempre uma curiosidade
que me desperta com a idade
interessa-me o que está para vir
a vida em mim é sempre uma certeza
que nasce da minha riqueza
do meu prazer em descobrir

encontrar, renovar, vou fugir ou repetir

vou viver,
até quando, eu não sei
que me importa o que serei
quero é viver
amanhã, espero sempre um amanhã
eacredito que será mais um prazer

a vida é sempre uma curiosidade
que me desperta com idade
interessa-me o que está para vir
a vida, em mim é sempre uma certeza
que nasce da minha riqueza
do meu prazer em descobrir

encontrar, renovar vou fugir ou repetir

vou viver
até quando eu não sei
que me importa o que serei
quero é viver,
amanhã, espero sempre um amanhã
e acredito que será mais um prazer